A cirurgia tem indicação precisa para tratamento de isquemia crítica sem leito distal, condições encontrada em maior prevalência nas doenças abaixo:

– Aterosclerose obliterante;

– Diabetes melitus;

– Tromboangeite obliterante (na maioria absoluta dos seus casos);

– Aneurisma de artéria poplítea com trombose do leito distal.

 

A técnica tem a finalidade de tratar dor em repouso, lesões tróficas ou promover a cicatrização de amputações menores.

A arteriografia e o duplex arterial são realizados de rotina a procura de leito para tratamento por enxerto convencional e para procura da melhor artéria doadora. O duplex venoso estuda e marca preferencialmente a safena magna e sua extensão até o pé, bem como as demais veias do sistema venoso profundo que devem estar permeáveis para garantir o retorno do hiper-fluxo gerado pela confecção da fístula. Avalia e marca, ainda, a projeção do arco venoso no pé bem como a presença de válvulas e origem da primeira metatarsiana (Busato et al, 2008).

 

Referencias: Busato CR, Utrabo CAL, Gomes RZ, Housome JK, Hoeldtke E, Pinto CT, Brandão RI, Busato CD. Arterialização do arco venoso do pé para tratamento da tromboangeíte obliterante. J Vasc Bras. 2008;7(3):267-271.

 

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